01/07/2020 às 09h46min - Atualizada em 01/07/2020 às 09h46min

Economia Auxílio emergencial de R$ 600 é prorrogado por mais dois meses

Benefício atende quase 65 milhões de brasileiros

GOVERNO FEDERAL

O presidente da República, Jair Bolsonaro, assinou, nesta terça-feira (30), em cerimônia no Palácio do Planalto, o decreto de prorrogação do Auxílio Emergencial. Durante cerimônia, o presidente afirmou que o dinheiro é de todos os brasileiros que pagam impostos. "O Auxilio Emergencial não é apenas para deixar a economia viva, mas para dar o sustento para essas pessoas mais humildes. Para quem não tem nada, isso é muito. Nós nos orgulhamos de poder ajudar aos mais necessitados”.

Bolsonaro agradeceu a participação de todos que atuaram no projeto e afirmou que “é o maior projeto social do mundo. Nenhuma nação despendeu tanto esforço para atender aos mais necessitados como o Brasil”.

O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni ressaltou que, ano passado, mais de R$ 500 bilhões foram arrecadados. "Foi isso que permitiu que esse programa pudesse ser implementado. Imagina 2020 se não tivéssemos colocado o Brasil de volta ao trilho?", o ministro.

“Desde o início o Presidente foi muito claro e pedia a todos os gestores que houvesse equilíbrio. Não faltaram recursos para enfrentarmos a pandemia e preservarmos a saúde dos brasileiros. Uma rede de proteção atingiu 65 milhões de brasileiros. Estamos aqui para anunciar que vamos prorrogar as três parcelas do Auxílio Emergencial. Vamos garantir por mais dois meses o programa”, confirmou Lorenzoni.

Na ocasião, o ministro da Economia, Paulo Guedes, lembrou de todas as ações do Governo para enfrentar a pandemia. “Não podemos ser acusados de omissão ou de não termos nos mobilizados e ficado para trás. Já chegamos a R$1 trilhão de recursos e isso é duas vezes mais que a média dos países emergentes e 10% acima dos países avançados”.

“Esse ano realmente avançamos para ajudar os desfavorecidos, os invisíveis, os brasileiros que nunca pediram ajuda ao Estado. Eles lutam diariamente e não estavam cobertos por nenhum programa social”, lembrou Paulo Guedes.


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