23/01/2021 às 09h08min - Atualizada em 23/01/2021 às 09h08min

#Pacto pela saúde Mental

J15MNEWS
Gláucia Menezes:
A OMS (Organização Mundial de Saúde) em 1948, cria uma definição do termo SAÚDE como sendo:
“um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não somente ausência de afeções e enfermidades”.
Sendo assim, se falarmos de maneira ampla a saúde não define apenas a questões físicas como por exemplo uma diabetes, pressão alta, problemas de coluna, enxaqueca ou similares.

A nossa mente também precisa de cuidados, mas para que isso aconteça de forma natural, assim como é natural procurar profissionais de especialidades como cardiologia, ortopedia, odontologia, é necessário que seja quebrado o preconceito de que “quem procura ajuda e fala sobre suas dificuldades é fraco e quem busca ajuda profissional e vai a psiquiatras ou psicólogos é louco”. Costumo dizer ser exatamente para não ficarmos loucos que fazemos esse tipo de tratamento.

Nosso cérebro é um órgão como qualquer outro. Essa semana mesmo eu ouvi uma definição do Dr. Lucas Fantini, psiquiatra Forense e professor de pós-graduação na IPEMED, que me chamou muita atenção. Muitos dizem que nosso corpo é uma máquina, né!? Então vamos associa-la a um carro, onde a nossa mente é o volante, é ela que nos direciona. E o que acontece quando deixamos o “nosso carro” em movimento e o volante sem alguém que o direcione?
Através desse ponto de vista do Dr. Lucas, podemos ir a uma longa discussão sobre o que temos de verdade feito pela nossa saúde mental, e é possível constatar que estamos muitas vezes deixando o “nosso carro” sem direção.

Então como quebrar esse preconceito em relação aos cuidados com a saúde mental? A única forma que conheço de se quebrar um preconceito é conhecendo mais sobre o assunto e para isso foi criada a campanha “Janeiro Branco”.
 
Você já ouviu falar em Janeiro Branco?

Idealizada pelo psicólogo mineiro Leonardo Abrahão, a Campanha ganhou vida em Janeiro de 2014 quando psicólogos(as) de Uberlândia(MG) foram às ruas, às instituições e às mídias da cidade para falarem às pessoas sobre “Saúde Mental”, “Saúde Emocional”, “sentido de vida”, “qualidade de vida” e “harmonia nas relações humanas”.

O Janeiro Branco é dedicado a colocar os temas da “Saúde Mental” em evidência na sociedade, chamando a atenção dos indivíduos e das instituições sociais para os universos mentais, emocionais, sentimentais, comportamentais e subjetivos dos seres humanos.

Alguns objetivos do Janeiro Branco

• Inspirar indivíduos e instituições sociais a entenderem que “qualquer pessoa pode ser agente de Saúde Mental na vida de qualquer pessoa”
• Contribuir com a disseminação mundial de uma cultura da Saúde Mental e de uma visão ampliada, holística, humanista, laica, progressista e integral do conceito de Saúde Mental
• Aproveitar a simbologia do início de todo ano, e da “folha em branco”, para inspirar as pessoas a (re)pensarem sobre os sentidos e os propósitos das suas existências individuais e coletivas
• Chamar a atenção das mídias, das instituições sociais, dos cidadãos comuns e das autoridades públicas para a importância das políticas públicas e privadas em defesa da Saúde Mental dos indivíduos e dos povos.
 
E com esse intuito de gerar uma melhor saúde mental essa coluna será totalmente voltada as questões da nossa mente, gerando esse hábito de não ignoramos essa parte do nosso corpo, tão fundamental para nossa existência e desenvolvimento. Falaremos sobre vários aspectos e inclusive sua participação é muito importante, conte-nos o que achou e também sugira temas para desenvolvermos juntos.
 
“Quem cuida de mente, cuida de vida” – Frase ‘slogan’ da campanha Janeiro Branco.
Gláucia Menezes:
 
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